sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Não podia deixar de mencionar aqui uma coisa...


Amanhã o Metropolitano de Lisboa vai ser alvo de um flash mob.

E o que é um flash mob, pergunta quem nunca ouviu falar enquanto os outros reviram os olhos.
Pois bem, um flash mob é uma iniciativa em que grupos de pessoas com uma boa dose de demência, positiva e não prejudicial (os chamados bons malucos dos quais a uma amiga minha duvida da existência), realizam uma acção previamente combinada e convocada por Internet ou sms. "Ah...aquela coisa da luta das almofadas e isso?" exacto, esse género de coisas.

Na última em Portugal um grupo de pessoas foi às compras numa loja do Vasco da Gama, movendo-se primeiro em câmara lenta e depois paralisando os movimentos durante vários minutos (pfffff AHAH).

A de amanhã requer ainda mais controlo mental pois consiste em andar de metro sem calças, apenas de roupa interior da cintura para baixo... mas atenção, podem usar sapatos!

Com as temperaturas a descer penso que vai ser muito interessante.

Para os corajosos aqui está o link
http://improvlisboa.blogspot.com/.

Vemo-nos na linha verde!

Como dizia o outro... "Dificil é começar"

De cada vez que leio o Público à sexta-feira fico invariavelmente com a cabeça a fervilhar de ideias. Basta folhear as primeiras páginas da Ípsilon ou dar uma vista de olhos no P2 para que me dê de imediato uma vontade enorme de fazer coisas… Ir ao cinema ver aquele filme que estreou ainda ontem e que dizem que é mesmo muito bom, dar um salto à fnac para ouvir o primeiro CD daquela banda nova que até pode ser amiga do editor e tocar como um mestre de obras em plena manhã de trabalho, mas da qual se diz “nunca se ouviu nada assim”, ou mesmo arrastar uma amiga para dar um salto á galeria X "que não sei onde é…mas não faz mal, perguntamos a alguém” de modo a partilhar comigo a experiência única de ver uma exposição de fotografia muito pseudo-qualquer coisa que deve ser tãaaooo interessante.

E as ideias não param! Porque não basta só ver o que os outros fizeram, não, que isto é muito interessante e eu acho que também podia experimentar…e logo nasce ali a pretensão artística de sair à rua de máquina fotográfica em punho e desatar a fotografar as pessoas, os costumes, os locais, ou de pegar numa caneta preta de bico fino e sentar-me por aí a desenhar quem passa.

A verdade é que na maior parte das vezes tudo isto não passa disso mesmo, de ideias, que definham e morrem aparatosamente…como o tio-avó-rico-que-casou-com-uma-mulher-quarenta-anos-mais-nova-e-que-suspeitam-ter-sido-envenenado-pelo-amante-da-filha da novela que, ups, acabei a ver quando tinha tantas coisas giras para experimentar…bolas.

Como forma de luta contra esta preguiça contagiante resolvi tentar pelo menos uma das ideias…a do blogue!

Sem qualquer pretensão que não seja a de “escrever sobre tudo aquilo que me apetece”, meus amigos aqui começa o BOLACHAS HÚNGARAS, que contará com o contributo de quem quiser contribuir, com tudo o que lhe venha a cabeça.

E pronto, por agora já chega que entretanto começou a novela da tarde. Abracinhos.